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Sejam bem vindos! Aqui no Feliz com FA vocês vão encontrar vídeos, textos, material educativo e novidades sobre o mundo dos alérgicos a alimentos. Espero que gostem e compartilhem com parentes e amigos! Dessa forma entenderão melhor esse novo universo.

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Alergia ao Leite de Vaca é sempre igual para todos os bebês?

Modelo: Alice, filha da mamãe Vanessa Dadam Hreisemnou de Florianópolis.

Crédito da foto: Babi & Tati Fotografias. 

 

Você sabia que a Alergia ao Leite de Vaca se manifesta de forma diferente nos bebês? Você sabe a que proteína do leite seu bebê é alérgico? As fórmulas são diferentes e por isso alguns bebês podem reagir se elas forem escolhidas de forma aleatória.

O Consenso é bem claro; não há idade mínima para fazer exames e direcionar de forma correta o tratamento das alergias.Como saber a que tipo de proteínas o bebê reage sem ao menos fazer alguns exames? Como saber que protocolo aplicar? Como então classificá-lo em MEDIADO e NÃO MEDIADO? Só pelos sintomas? Nossa, isso é muito perigoso!

Não dá para fazer um direcionamento correto sem ao menos se determinar a que proteínas o bebê reage. Somente o leite tem cerca de 27 a 30 proteínas na sua composição, sendo a caseína 80% da composição proteias do leite e o restante é composto por proteínas do soro. Dessas 27 a 30 proteínas, 4 são as mais alergênicas e as mais pesquisadas:  a Caseína, a Alfalactolalbumina, a Betalactoglobulina (a mais alergênica de todas pois não temos enzimas que a quebrem) e a Albumina sérica bovina. A betalactoglobulina costuma ser a mais alergênica pois é a única que não está presente no Leite Materno e também é uma das proteínas que compõem o leite de vaca que não temos enzimas capazes de digerir (proteína que é excelente para o bezerro). 

Dessa forma é importante que se determine a que proteína o bebê é alérgico. Um bebê pode apresentar reação a todas as proteínas bem como a presentar reação a apenas uma ou duas. O conhecimento da proteína que desencadeia as reações será importante para se determinar como deverá ser feita a Dieta de Exclusão Materna ou como será feita a escolha da fórmula a ser administrada na falta do leite materno. Serve também para se determinar quais os outros alimentos a serem excluídos da dieta da materna uma vez que algumas proteínas costumam fazer cruzamento. Os alérgenos que podem cruzar com o leite são dessa forma excluídos sem muitos prejuízos para a dieta materna. Evita as exclusões aleatórias de quase todos os alimentos na tentativa de se "acertar" a dieta.

Se o bebê for MEDIADO por IgE, isso torna-se mais fácil pois dá para avaliar quantos anticorpos estão sendo formados quando se tem contato com o alimento, mas... se for NÃO MEDIADO... é mais difícil, pois não temos ainda os exames para quantificarmos a gravidade da reação.

Vale a pena lembrar ainda que as crianças são alérgicas a PROTEÍNAS ALIMENTARES portanto pode reagir a qualquer proteína que lhe é apresentada.

Os exames também são necessários para se evitar o dança dança de fórmulas que costumamos ver, pois caso o bebê manifeste alergia a apenas uma proteína, se houver muita insistência em se utilizar as formulas erradas ele poderá ser sensibilizado a mais de uma ou todas as proteínas do leite. 

O que se desconhece é a composição proteica das fórmulas infantis que de longe nem se parece com o leite original da vaca. Muitas fórmulas dessa são compostas só por soro do leite, outras só por caseína, e outras por caseína e proteínas do soro com proporções bem diferentes do leite original. 

O bebê precisa do Leite Materno! Esse sim, tem os nutrientes na sua forma mais adequada e de fácil digestão por parte dos bebês. 

A introdução precoce das fórmulas infantis tem levado ao aumento da prevalência das alergias em lactentes. Se o bebê for apresentado precocemente a essas proteínas e já tiver predisposição em desenvolver alergias, isso irá apenas precipitar o evento.

Nessa Semana de Conscientização Mundial das Alergias Alimentares é importante divulgarmos para todos que conhecemos todas as informações pertinentes às alergias e seu desenvolvimento. Dessa forma, as pessoas de um modo geral, não só pais, mães e irmão de alérgicos saberão como ajudar de forma mais efetiva a inclusão dessas crianças na sociedade. 

Alergia alimentar não é motivo de isolamento!

Respeite o alérgico! Conviva com suas restrições.

 

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Meu amor pelo que faço

Há 12 anos trabalho no SUS e me dedico de corpo e alma ao que faço. A minha missão: Conseguir orientar da forma correta o maior número de pessoas com relação às alergias alimentares e seus riscos.

Cuidar de crianças alérgicas envolve muito conhecimento, paciência e amor e isso eu tenho de sobra.

Fazer um bebê alérgico continuar sendo amamentado é uma conquista de equipe. Chegar a  tão esperada CURA, depende da união de todos. 


Aqui na página o envolvimento é de TODA a família! Mamãe, papai, vovô, vovó, a tia... e todos sempre juntos numa mesma luta para ganhar a grande batalha.

     

 Lembrem-se sempre!

Juntos somos mais fortes!

 

Sejam bem vindos e vamos aprender a ser Feliz com FA!

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