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Feliz com FA

 

Sejam bem vindos! Aqui no Feliz com FA vocês vão encontrar vídeos, textos, material educativo e novidades sobre o mundo dos alérgicos a alimentos. Espero que gostem e compartilhem com parentes e amigos! Dessa forma entenderão melhor esse novo universo.

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Autismo, na vida real... nem tudo é azul. Mas agora tá começando a clarear!

 

Sabe aquela situação em que parece um pesadelo? Parece que você não vai consegui acordar? Que um buraco se abriu e você está na borda dele para cair? Por que com meu filho? Por que comigo? Cadê Deus? Estou fazendo algo de errado para merecer isso?

 

Com certeza, todas essas situações passam pela cabeça de uma mãe quando em fim, depois de longa busca por especialistas que esclareçam o que está acontecendo com o seu filho... ouve do médico que conseguiu identificar: "seu filho está com TEA (Transtorno do Espectro Autista)". Por muito tempo o chão para essas mães lhes faltavam, pois o TEA já foi confundido até com uma das facetas da esquizofrenia. Não é fácil conviver com uma criança autista, a falta de comunicação por incapacidade de articulação lingual e coordenação entre pensamento e verbalização, a dificuldade de socialização, a agressividade por vezes presente, os isolamentos por não conseguir se relacionar com crianças da mesma idade e os movimentos muitas vezes restritos e repetitivos fazem com que os pais e responsáveis por uma criança autista, num primeiro momento entre em um surto coletivo autista para evitar comparações e olhares curiosos da sociedade. O isolamento para essas famílias é quase certo. A vergonha de não saber explicar o porquê isso está acontecendo é um grande abismo. A mãe se isola, muitos pais não aguentam e abandonam as mães, irmãos iniciam fases de rejeição. Instala-se um completo caus familiar. 

 

O apoio psicológico dessas mães e familiares dos autistas é fundamental. O entendimento das síndromes que acometem o Espectro e suas limitações farão com que situações de adaptação sejam tomadas de uma forma mais natural e socialmente aceitável. Sem dúvida o isolamento compromete os avanços do tratamento. Se isolar não é a melhor alternativa.

 

Hoje se sabe que várias são as correntes científicas que tentam explicar o TEA, porém estudos mais avançados na área de Imunologia e Alergias Alimentares vem sugerindo que o TEA poderá ser provocado por manifestações alérgicas com repercussão no Sistema Nervoso Central o CNSAL. Essa corrente de pensamento tem convergido cada vez mais para as alergias alimentares múltiplas cujo manejo torna-se bastante complexo e oneroso, porém bastante promissor na recuperação dessas conexões perdidas.

 

É importante salientar que o TEA, inicia seu desenvolvimento nos 3 primeiros a nos de vida e os últimos estudos mostram também que afeta mais os meninos que as meninas. 

 

Vemos nos últimos anos muitos avanços e descobertas nos tratamentos das alergias. A dieta feita de forma correta e corrigida com a retirada dos alimentos alérgenos torna-se assim, um evento promissor para se tentar equilibrar as síndromes neurológicas envolvidas no autismo.

 

Retirar somente caseína e glúten na maioria das vezes não é suficiente. Crianças com autismo possuem múltiplas alergias alimentares e isso poderá ser facilmente detectado nos primeiros meses de vida no momento da Introdução Alimentar. Ficar atento às manifestações neurológicas como repercussão das reações alérgicas é fundamental para o controle do desenvolvimento do Espectro. Mudança no padrão comportamental da criança no momento da Introdução Alimentar precisam ser levadas em consideração e avisadas ao médico que acompanha o menor.

 

Se isso em fim é um passo largo? Quero muito acreditar. Se for possível se prevenir então, se partem realmente de manifestações alérgicas, que então o façamos. A exclusão do alimento alergênico promoverá proteção para as conexões neurológicas ainda em formação. Que fiquemos então atentos não só a repercussões gástricas, manifestações em pele e no sistema respiratório, mas, mais que nunca observar sempre o comportamento dos nossos baixinhos. Mudanças no padrão comportamental, movimentos repetidos, isolamento, irritação com barulho, agitação, dificuldade em se expressar, visão fixa e distante, momentos de ausência, espasmos, são alguns dos padrões de alterações comportamentais que precisam ser considerados. Se você tem um filho alérgico a alimentos, fique atento! Não finja que não está percebendo que o comportamento do seu bebê está fora do padrão normal. Encarar e procurar a cura é muito melhor que a negação e a fuga.

 

Que então a partir do conhecimento dessas informações possamos então entender que uma mãe cujo filho tem TEA já vive um drama pessoal muito grande e que não precisa que a sociedade ainda a vitime mais.

 

Acredite, quando conhecemos e encaramos o problema de frente, fica mais fácil até conseguir o apoio de todos.

 

 

 

 

 

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Meu amor pelo que faço

Há 12 anos trabalho no SUS e me dedico de corpo e alma ao que faço. A minha missão: Conseguir orientar da forma correta o maior número de pessoas com relação às alergias alimentares e seus riscos.

Cuidar de crianças alérgicas envolve muito conhecimento, paciência e amor e isso eu tenho de sobra.

Fazer um bebê alérgico continuar sendo amamentado é uma conquista de equipe. Chegar a  tão esperada CURA, depende da união de todos. 


Aqui na página o envolvimento é de TODA a família! Mamãe, papai, vovô, vovó, a tia... e todos sempre juntos numa mesma luta para ganhar a grande batalha.

     

 Lembrem-se sempre!

Juntos somos mais fortes!

 

Sejam bem vindos e vamos aprender a ser Feliz com FA!

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