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Feliz com FA

 

Sejam bem vindos! Aqui no Feliz com FA vocês vão encontrar vídeos, textos, material educativo e novidades sobre o mundo dos alérgicos a alimentos. Espero que gostem e compartilhem com parentes e amigos! Dessa forma entenderão melhor esse novo universo.

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Amamento exclusivo, faço tudo direitinho, mas... falta algo para meu bebê estabilizar!

Modelo: Alice, filha da mamãe Vanessa Dadam Hreisemnou de Florianópolis

Crédito das fotos: Babi & Tati Fotografias

 

Bom, nosso texto de hoje, vai para aquelas mamães que tem dificuldades na dieta de exclusão. Quem das mamães não teve dificuldade em fazer as exclusões? Dieta de exclusão materna não é fácil! Tem que ser bem orientada, monitorada por diário e bem assistida.

 

Para que você entenda, a mãe pode passar alérgenos ativos pelo leite materno que chegam até o bebê, esse alérgenos algumas vezes se o bebê não for alérgico não farão a menor diferença, porém, caso o bebê seja alérgico a alimentos... isso vai fazer uma diferença enorme.

Teoricamente, nosso aparelho digestivo está apto a quebrar proteínas em tripeptídios, dipeptídios e aminoácidos livres que seriam facilmente absorvidos na luz intestinal, porém, estudos comprovam que após análises do leite materno, foram encontrados alérgenos que não deveriam está na sua composição, atestando dessa forma que essa passagem de proteínas intactas ocorre de fato. O artigo do Dr Ernest Seigman e da Dra Cristina Targa Ferreira de 2007, já cita a beta-lactoglobulina, a caseína, a gamaglobulina, a ovalbumina, a gliadina e antígeno ao amendoim como proteínas que foram detectados em pequenas quantidades no leite materno entre 1 a 6 horas após a ingestão desses alimentos, independentemente do status materno de atopia. Sabemos que qualquer quantidade para um bebê alérgico é capaz de desencadear suas reações e portanto concui-se que, se chegam proteínas intactas ao leite materno, é sinal que essa quebras protéicas não estão sendo bem feitas pelas enzimas maternas.

 

Aqui vão dicas simples, mas que podem fazer toda a diferença para ajudar a mamãe nesse processo digestivo:

  1. Não coma frituras e alimentos assados, isso confere a eles resistência aos processos digestivos, pois a camada exterior adquire certa resistência pela adição de gordura (frituras) ou pela desidratação do alimento (assados);

  2. Dê preferência sempre a alimentos cozidos, se o bebê continuar ainda apresentando reações, cozinhe até as frutas;

  3. Verduras tipo folhas só exaustivamente cozidas, nunca cruas;

  4. As carnes que não foram excluídas deverão estar sempre muito cozidas a ponto de facilmente desfiarem;

  5. Evite excesso de fibras insolúveis, pois podem irritar a mucosa intestinal e podem aumentar a permeabilidade dela, facilitando a entrada de proteínas intactas;

  6. Evite tomar antiácidos, eles reduzem a capacidade de quebra protéica, por inibir a produção de um ambiente ácido que favoreça a tripsina (enzima que quebra as proteínas no estômago);

  7. Faça as exclusões corretas conforme orientações individuais, nem sempre a exclusão que é para uma (mãe – bebê) serve para a outra;

  8. Frutas sem casca são facilmente melhor digeridas e absorvidas e as cascas das frutas possuem proteínas bem resistentes aos ácidos do estômago e as enzimas intestinais, o mesmo ocorre com as folhas;

  9. Se hidrate bastante, temos necessidade nutricional de água, portanto a oferta diária de líquidos totais de uma dieta normal se recomenda em torno de 35 – 40ml/kg de peso para adultos;

  10. O uso de probióticos por um período que precisa ser individual, ajuda muito a manter um intestino equilibrado e saudável, apto a não estar tão permeável a proteínas indesejadas.

     

    Essa modelo linda ai acima é a Alice, filha da  Vanessa Dadam Hreisemnou de Florianópolis e foi fotografada pelas tias Babi & Tati Fotografias que fazem um trabalho lindo com bebês. A Vanessa gentilmente cedeu a foto da encantadora Alice para termos essa fofinha no nosso texto de hoje. Obrigada mamãe Vanessa, a Alice nos encanta com as fotos das Tias Babi & Tati.

     

    Espero que tenham gostado. Compartilhem! Essas dicas serão úteis a alguém que está em dieta de restrição. Até logo!  

     

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Meu amor pelo que faço

Há 12 anos trabalho no SUS e me dedico de corpo e alma ao que faço. A minha missão: Conseguir orientar da forma correta o maior número de pessoas com relação às alergias alimentares e seus riscos.

Cuidar de crianças alérgicas envolve muito conhecimento, paciência e amor e isso eu tenho de sobra.

Fazer um bebê alérgico continuar sendo amamentado é uma conquista de equipe. Chegar a  tão esperada CURA, depende da união de todos. 


Aqui na página o envolvimento é de TODA a família! Mamãe, papai, vovô, vovó, a tia... e todos sempre juntos numa mesma luta para ganhar a grande batalha.

     

 Lembrem-se sempre!

Juntos somos mais fortes!

 

Sejam bem vindos e vamos aprender a ser Feliz com FA!

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